Venho
denunciar, após ter feito outras participações relacionadas com
actos de abuso de confiança, furto, vandalismo, invasão de
privacidade com prejuízos financeiros, prejuízos materiais para a
minha pessoa. Desde o início de Janeiro verifiquei que tinha sido
ludibriado por uma série de pessoas, após ter alugado a casa a dois
pessoas..
Assim
faço a denúncia por abuso de confiança de MANUEL JOÃO OLIVEIRA
PINTO E ANDRÉ MIGUEL CARDOSO MACEDO, ao que acrescento à sua
responsabilidade (maior) por prejuízos financeiros, material, furto,
vandalismo e invasão de propriedade, acrescidos dos seguintes nomes
- pessoas que vi que usavam a minha residência sem minha autorização
para suas actividades em grupo: CATARINA SOFIA RODRIGUES SILVA
CORREIA, ANA CRISTINA SOUSA PEREIRA, JOÃO TIAGO DE MAGALHÃES
PEREIRA, LUÍS MIGUEL DA SILVA RODRIGUES, NUNO DIOGO RODRIGUES DE
ALMEIDA.
No
início de Outubro por necessidades financeiras extremas
(desempregado) e na impossibilidade de comportar as contas correntes
decidi partilhar a minha casa.
Assim
em resposta a um anúncio que publiquei fui em primeiro lugar
contactado por ANDRÉ MIGUEL CARDOSO MACEDO via telemóvel
(916347990) que marcou uma reunião para ver a minha casa, ao que
compareceu MANUEL JOÃO OLIVEIRA PINTO. Já DANIEL FILIPE VAZ
GUIMARÃES, ficou como fiador, garantindo que estes iriam cumprir e
respeitar o acordo (Após terem ocorrido os acontecimentos que
participo, dia 23/1/2013 enviei uma carta para seu endereço, sem
qualquer resposta até esta data). Assinamos um contrato, contudo
senhor MANUEL JOÃO OLIVEIRA PINTO não cumpriu o contrato e quando
estava para decidir não lhes entregar a chave, o senhor ANDRÉ
MIGUEL CARDOSO MACEDO - com grande capacidade de enganar e iludir -
fez uso da minha piedade, aludindo que não tinha dinheiro para pagar
a primeira renda devido a um atraso por parte da empresa onde
trabalhavam. No entanto, impus condições para se efectivar o
contrato: pagamento das contas atempadamente, manter a integridade da
casa, na sua totalidade, manter a higiene da casa e espaços comuns e
respeito pela privacidade do meu correio. Em menos de um mês mais
uma vez não cumpriram. Após esse mês tentei fazer crer que teriam
de sair a bem de casa, já que era visível que não tinham a
capacidade de realizarem o acordado, mas o pai de ANDRÉ MIGUEL
CARDOSO MACEDO- ALEINO ANTÓNIO PEREIRA MACEDO, interveio, pedindo
paciência, e apelando para que não os mandasse embora, falando-me
dos seus problemas graves a nível pessoal, de trabalho e saúde.
Perante isto, disse que este teria de convencer o seu filho e o Sr.
Manuel a saírem da casa. Em Dezembro, já não conseguia falar com
Sr. Manuel e das poucas vezes que consegui, este remetia para ANDRÉ
MIGUEL CARDOSO MACEDO toda a responsabilidade de assuntos
relacionados com a minha casa. Contudo, continuavam em Dezembro em
falta valores de contas de água e luz.
Nesse
mês, apercebi-me da presença de outras pessoas no interior da minha
casa, pela acumulação de fezes e roupa suja no terraço e áreas
comuns do edifício. E numa das muitas tentativas de que pagassem o
que estava em atraso, ao conversar com estes no interior da minha
casa percebi que o cheiro era insuportável, voltando a dizer-lhes
que tinham que sair.
Em
Janeiro decido não mais a tolerar esta situação continuasse e
porque o Sr Manuel estava permanentemente incomunicável decidi que
não poderia ser mais condescendente e voltei a dizer-lhes
pessoalmente que tinham de ir embora.
Pelo
incumprimento da palavra o Sr André – que mais uma vez tentou
iludir-me com mentiras, agradecendo até a minha amizade (8/1/2013),
dei o prazo de saírem até dia 15 desse mês, exigindo que pagassem
a água e luz que tinham consumido (que dia 4 desse mês
contabilizavam um total de 54 euros). Tinham tido 3 meses de prazo
para cumprir o que disseram ou assinaram, algo que desde dia 1º de
os conhecer nunca fizeram e continuamente usavam métodos e esquemas
para ludibriar e confundir.
Contudo
até dia 11 de Janeiro nada me disseram, ficaram incomunicáveis por
telefone. Comecei a recear pela minha casa e os meus bens, e até
pelo prejuízo que já tinha em contas de água e luz - que continuam
a gastar por se manterem na minha casa. Decidido a tira-los da minha
casa fui nesse mesmo dia à noite mas ninguém atendeu (23 horas
aprox.), ambos os telemóveis de MANUEL E ANDRÉ não estavam
contactáveis. Desloquei-me à rua de novo para os encontrar e nada,
fiz tempo no café e toquei de novo à campainha até que atendeu um
rapaz que me era estranho. Entro e vejo mais duas pessoas do sexo
masculino (óculos, cabelo escuro), bem como uma outra do sexo
feminino, igualmente desconhecidos. Vendo o ultraje, a minha vontade
foi que saíssem nessa noite, mais até porque se recusavam a pagar
os 54 euros o que (esses todos) tinham andado a consumir em água e
luz às minhas custas e em luxos que eu não disponho… Queria
expulsa-los de casa, mas mais uma vez pai de André telefonou -
falando na sua consulta no hospital – mas garantindo-me que depois
os iria buscar. Pelas 16h do dia 12, pensava eu apenas verificar se
tudo corria normalmente e se eles estavam de saída, voltei à minha
casa para que pelo menos me pagassem as contas que eu lhes tinha
pago. Estes ainda lá estavam, bem como o cheiro nauseabundo dentro
da casa. E o sr. ANDRÉ ao contrário do que tinha dito na noite
anterior, recusava-se agora a sair, e sem nem sequer me pagar as
contas ou dar alguma garantia de que iria pagar. Recusou-se a dar-me
as chaves e eu para evitar um extremar da situação em que estava
envolvido, disse então que ANDRE E MANUEL assinassem uma declaração
de compromisso em como pagariam os 54 euros que me deviam. Chega uma
senhora (cerca de 40 anos, branca, cabelo loiro pintado) que se dizia
tia de ANDRÉ, aos berros, dizendo que estes não tinham de escrever
nada. Que eu não tinha nenhum direito sobre a casa, que tinha
explorado os “meninos”. Esta nem me deixou expor a situação,
levantando a voz e vi que o seu único propósito era criar confusão
e provocar-me. Com receio de ter perdido minha casa para pessoas de
tão má fé, pedi ajuda à esquadra do Carvalhido. Apareceu um
piquete. Tentaram apaziguar e ANDRÉ em nome de todos que estavam lá
instalados, comprometeu-se, perante os agentes da PSP, que saia até
dia 15 e pagava o montante que me deviam. Passei os dias seguintes
com ansiedade, pois receava pela integridade de minha casa, já que
tinha concluído que afinal tinha aberto as portas a pessoas de muito
má índole e intenções enganosas.
Dia
14 telefono ao MANUEL, o telemóvel estava indisponível, depois ao
ANDRÉ que atendeu (17 h) dizendo que já não estava na minha casa e
que não sabia se o MANUEL estava ainda, pergunto-lhe ainda pelo
contato MANUEL e disse-me que não sabia. Pedi que deixassem dia 15
as chaves e – mais uma vez - os 54 euros de água e luz em dívida,
mas ANDRÉ nada respondeu. Durante umas 5 horas estive em stress
(como nos 3 dias antes) pela preocupação de saber como iriam deixar
a minha casa. Fui lá pelo menos ver o que se passava. Noto logo a
campainha arrancada e fiz uma participação. A casa foi vandalizada
desde lâmpadas partidas, mau cheiro, lixo no chão, fezes, entulho,
tudo fora do sítio e várias coisas que eram minhas foram levadas.
Tenho passado desde então o tempo a reconstruir e levantar estragos.
Observo
uma casa onde pessoas saíram a correr, pois deixaram documentos para
trás, com sinais de puro vandalismo, pancadas em portas, paredes,
retrete entupida com materiais (lenços de nylon e plástico), moveis
estragados, objectos partidos… Exponho quadro em anexo.
Dou
conta de invasão da minha casa, (30/1/2013) porque a minha janela da
sala estava destravada, lâmpada de presença do exterior desligada,
quando tinhas deixado em situação oposta, ou seja sinais de entrada
forçada e tentativa de camuflar a saída janela que foi usada para
entrarem dentro de casa (luz exterior) e um gorro cinzento em frente
à janela por onde entraram, que entrego à PSP. Numa primeira vista
não dei falta de nada em especial, apenas de velas aromáticas e
pilhas (que por acaso tenho em fatura que anexo), e saí para fazer
compra de materiais de restauros e reforçar a segurança de janela.
Dia seguinte dei pela falta do fogão eléctrico de duas bocas, base
aço inox (emprestada pela minha namorada), umas ferramentas que
usava no restauro (cerca de 3 alicates e martelo) e três panelas
grande de cozinha. Por coincidência ou não, nesse dia a caminho de
casa, vejo um dos elementos que estavam no grupo, instalado
indevidamente na casa. Esse mesmo elemento ia curiosamente na rua e
mostrou reacção como se me conhecesse, mas continuou no sentido do
Metro (oposta à minha). Nada fiz, fiquei incrédulo. Ia de calções,
branco, cerca de 20 anos, cabelo encaracolado, de estatura alta.
Não
pretendo avançar em meu nome queixa processual, pelos danos maiores
que tive, estou entretanto a reparar danos e irei, com meu esforço
irei superar mais este obstáculo. Alerto no entanto que tenho firme
convicção que estas pessoas irão cometer actos que constituem
roubo e vandalismo no futuro. Mais grave ainda é que dia 1/2/2013,
passei pela minha casa às 22 horas e dei conta de mais sinais de
vandalismo, o estore da janela da frente quebrado e para fora,
evidenciando que alguém novamente tinha tentado (ou mesmo
conseguido) entrar. Chamei a PSP que entrou comigo em casa, ao que
verificamos que apesar da tentativa de entrarem, algo tinha corrido
mal e não tinham conseguido voltar a entrar pela janela. Assim neste
momento tenho minha casa sob a tentativa de assalto, ao qual tenho a
convicção que estas pessoas estão envolvidas. Desapareceram
objectos que Sr. ANDRÉ tinha deixado, o que me parece indicar que
quem lá foi, foi quem sabia o que lá estava.
Confesso
que estava reticente em fazer queixa, pois dizem que o prejuízo ser
ainda maior para mim, mas ver que pessoas entram quando querem em
minha casa, estragam com propósito e desrespeitam a sua integridade.
Seguindo o ditado “ ladrão volta sempre ao local do crime”, eu
pessoalmente não tenho dúvidas. Para além de vários pedaços de
telemóveis espalhados pelo chão, caixas com etiquetas, router
aberto, continuam a chegar cartas dirigidas às pessoas que fui
mencionando e que revelam eu estes indivíduos são envolvidos em
actos de contra ordenação, burla, etc.
Espero
ao menos ajudar a identificar possíveis situações como esta no
futuro e desejo que não terminem com maiores danos do que os que
tenho actualmente. Sendo que sinto a integridade de minha casa assim
como a minha está em risco, caso a situação se mantenha como a
atual.
Aprendi
uma lição e tomarei medidas para reforçar a segurança e as
devidas cautelas, para que tal situação não se repita.
Depois
de ter participado às autoridades, foi a mim que me exigiram
trabalhos, nem se deram ao trabalho de os procurar e questionar,
queriam que eu pagasse para fazer justiça e como dinheiro não
tenho, sendo que uma pessoa tem problemas mais urgentes para resolver
deixei o caso como está. As contas de água e electricidade que
ficaram por pagar rondaram quase 300 euro. Um gange de criminosos,
cujas cartas continuam a chegar por contas por pagar ao meu endereço,
apesar de ter enviado cartas a denunciar. As autoridades que nois
deveriam defender e castigar bandiddos não estão interessados,
assim pobres roubam pobres livremente. É o estado de libertinagem e
imoralidade que chegou Portugal, onde a piedade pode ser um risco
grave, porque andam bandidos à solta, sem vergonha, sem moral,
dispostos a roubarem o que podem.
Por
isso mostro publicamente quem são estas pessoas para que não passem
pelo que passei por causa destes marginais que andam à solta por aí,
é preciso ter cuidado, porque depois destes cometem seus crimes, as
autoriades não querem saber, deixam por vossa conta se quiserem
justiça e bem sabem como ela funciona, toda a prova tem de ser feita
pelo acusador, trabalhos e chatices. Por isso tenham cuidado com
estas pessoas, porque trabalham como um gange, trabalhando na venda
de porta em porta pela ZON e MEO-PT, mentem, vandalizam e roubam:
MANUEL
JOÃO OLIVEIRA PINTO, ANDRÉ MIGUEL CARDOSO MACEDO, CATARINA SOFIA
RODRIGUES SILVA CORREIA, ANA CRISTINA SOUSA PEREIRA, JOÃO TIAGO DE
MAGALHÃES PEREIRA, LUÍS MIGUEL DA SILVA RODRIGUES, NUNO DIOGO
RODRIGUES DE ALMEIDA, DANIEL FILIPE VAZ GUIMARÃES.





