terça-feira, 11 de junho de 2013

Venho denunciar, após ter feito outras participações relacionadas com actos de abuso de confiança, furto, vandalismo, invasão de privacidade com prejuízos financeiros, prejuízos materiais para a minha pessoa. Desde o início de Janeiro verifiquei que tinha sido ludibriado por uma série de pessoas, após ter alugado a casa a dois pessoas..
Assim faço a denúncia por abuso de confiança de MANUEL JOÃO OLIVEIRA PINTO E ANDRÉ MIGUEL CARDOSO MACEDO, ao que acrescento à sua responsabilidade (maior) por prejuízos financeiros, material, furto, vandalismo e invasão de propriedade, acrescidos dos seguintes nomes - pessoas que vi que usavam a minha residência sem minha autorização para suas actividades em grupo: CATARINA SOFIA RODRIGUES SILVA CORREIA, ANA CRISTINA SOUSA PEREIRA, JOÃO TIAGO DE MAGALHÃES PEREIRA, LUÍS MIGUEL DA SILVA RODRIGUES, NUNO DIOGO RODRIGUES DE ALMEIDA.
No início de Outubro por necessidades financeiras extremas (desempregado) e na impossibilidade de comportar as contas correntes decidi partilhar a minha casa.
Assim em resposta a um anúncio que publiquei fui em primeiro lugar contactado por ANDRÉ MIGUEL CARDOSO MACEDO via telemóvel (916347990) que marcou uma reunião para ver a minha casa, ao que compareceu MANUEL JOÃO OLIVEIRA PINTO. Já DANIEL FILIPE VAZ GUIMARÃES, ficou como fiador, garantindo que estes iriam cumprir e respeitar o acordo (Após terem ocorrido os acontecimentos que participo, dia 23/1/2013 enviei uma carta para seu endereço, sem qualquer resposta até esta data). Assinamos um contrato, contudo senhor MANUEL JOÃO OLIVEIRA PINTO não cumpriu o contrato e quando estava para decidir não lhes entregar a chave, o senhor ANDRÉ MIGUEL CARDOSO MACEDO - com grande capacidade de enganar e iludir - fez uso da minha piedade, aludindo que não tinha dinheiro para pagar a primeira renda devido a um atraso por parte da empresa onde trabalhavam. No entanto, impus condições para se efectivar o contrato: pagamento das contas atempadamente, manter a integridade da casa, na sua totalidade, manter a higiene da casa e espaços comuns e respeito pela privacidade do meu correio. Em menos de um mês mais uma vez não cumpriram. Após esse mês tentei fazer crer que teriam de sair a bem de casa, já que era visível que não tinham a capacidade de realizarem o acordado, mas o pai de ANDRÉ MIGUEL CARDOSO MACEDO- ALEINO ANTÓNIO PEREIRA MACEDO, interveio, pedindo paciência, e apelando para que não os mandasse embora, falando-me dos seus problemas graves a nível pessoal, de trabalho e saúde. Perante isto, disse que este teria de convencer o seu filho e o Sr. Manuel a saírem da casa. Em Dezembro, já não conseguia falar com Sr. Manuel e das poucas vezes que consegui, este remetia para ANDRÉ MIGUEL CARDOSO MACEDO toda a responsabilidade de assuntos relacionados com a minha casa. Contudo, continuavam em Dezembro em falta valores de contas de água e luz.
Nesse mês, apercebi-me da presença de outras pessoas no interior da minha casa, pela acumulação de fezes e roupa suja no terraço e áreas comuns do edifício. E numa das muitas tentativas de que pagassem o que estava em atraso, ao conversar com estes no interior da minha casa percebi que o cheiro era insuportável, voltando a dizer-lhes que tinham que sair.
Em Janeiro decido não mais a tolerar esta situação continuasse e porque o Sr Manuel estava permanentemente incomunicável decidi que não poderia ser mais condescendente e voltei a dizer-lhes pessoalmente que tinham de ir embora.
Pelo incumprimento da palavra o Sr André – que mais uma vez tentou iludir-me com mentiras, agradecendo até a minha amizade (8/1/2013), dei o prazo de saírem até dia 15 desse mês, exigindo que pagassem a água e luz que tinham consumido (que dia 4 desse mês contabilizavam um total de 54 euros). Tinham tido 3 meses de prazo para cumprir o que disseram ou assinaram, algo que desde dia 1º de os conhecer nunca fizeram e continuamente usavam métodos e esquemas para ludibriar e confundir.
Contudo até dia 11 de Janeiro nada me disseram, ficaram incomunicáveis por telefone. Comecei a recear pela minha casa e os meus bens, e até pelo prejuízo que já tinha em contas de água e luz - que continuam a gastar por se manterem na minha casa. Decidido a tira-los da minha casa fui nesse mesmo dia à noite mas ninguém atendeu (23 horas aprox.), ambos os telemóveis de MANUEL E ANDRÉ não estavam contactáveis. Desloquei-me à rua de novo para os encontrar e nada, fiz tempo no café e toquei de novo à campainha até que atendeu um rapaz que me era estranho. Entro e vejo mais duas pessoas do sexo masculino (óculos, cabelo escuro), bem como uma outra do sexo feminino, igualmente desconhecidos. Vendo o ultraje, a minha vontade foi que saíssem nessa noite, mais até porque se recusavam a pagar os 54 euros o que (esses todos) tinham andado a consumir em água e luz às minhas custas e em luxos que eu não disponho… Queria expulsa-los de casa, mas mais uma vez pai de André telefonou - falando na sua consulta no hospital – mas garantindo-me que depois os iria buscar. Pelas 16h do dia 12, pensava eu apenas verificar se tudo corria normalmente e se eles estavam de saída, voltei à minha casa para que pelo menos me pagassem as contas que eu lhes tinha pago. Estes ainda lá estavam, bem como o cheiro nauseabundo dentro da casa. E o sr. ANDRÉ ao contrário do que tinha dito na noite anterior, recusava-se agora a sair, e sem nem sequer me pagar as contas ou dar alguma garantia de que iria pagar. Recusou-se a dar-me as chaves e eu para evitar um extremar da situação em que estava envolvido, disse então que ANDRE E MANUEL assinassem uma declaração de compromisso em como pagariam os 54 euros que me deviam. Chega uma senhora (cerca de 40 anos, branca, cabelo loiro pintado) que se dizia tia de ANDRÉ, aos berros, dizendo que estes não tinham de escrever nada. Que eu não tinha nenhum direito sobre a casa, que tinha explorado os “meninos”. Esta nem me deixou expor a situação, levantando a voz e vi que o seu único propósito era criar confusão e provocar-me. Com receio de ter perdido minha casa para pessoas de tão má fé, pedi ajuda à esquadra do Carvalhido. Apareceu um piquete. Tentaram apaziguar e ANDRÉ em nome de todos que estavam lá instalados, comprometeu-se, perante os agentes da PSP, que saia até dia 15 e pagava o montante que me deviam. Passei os dias seguintes com ansiedade, pois receava pela integridade de minha casa, já que tinha concluído que afinal tinha aberto as portas a pessoas de muito má índole e intenções enganosas.
Dia 14 telefono ao MANUEL, o telemóvel estava indisponível, depois ao ANDRÉ que atendeu (17 h) dizendo que já não estava na minha casa e que não sabia se o MANUEL estava ainda, pergunto-lhe ainda pelo contato MANUEL e disse-me que não sabia. Pedi que deixassem dia 15 as chaves e – mais uma vez - os 54 euros de água e luz em dívida, mas ANDRÉ nada respondeu. Durante umas 5 horas estive em stress (como nos 3 dias antes) pela preocupação de saber como iriam deixar a minha casa. Fui lá pelo menos ver o que se passava. Noto logo a campainha arrancada e fiz uma participação. A casa foi vandalizada desde lâmpadas partidas, mau cheiro, lixo no chão, fezes, entulho, tudo fora do sítio e várias coisas que eram minhas foram levadas. Tenho passado desde então o tempo a reconstruir e levantar estragos.
Observo uma casa onde pessoas saíram a correr, pois deixaram documentos para trás, com sinais de puro vandalismo, pancadas em portas, paredes, retrete entupida com materiais (lenços de nylon e plástico), moveis estragados, objectos partidos… Exponho quadro em anexo.
Dou conta de invasão da minha casa, (30/1/2013) porque a minha janela da sala estava destravada, lâmpada de presença do exterior desligada, quando tinhas deixado em situação oposta, ou seja sinais de entrada forçada e tentativa de camuflar a saída janela que foi usada para entrarem dentro de casa (luz exterior) e um gorro cinzento em frente à janela por onde entraram, que entrego à PSP. Numa primeira vista não dei falta de nada em especial, apenas de velas aromáticas e pilhas (que por acaso tenho em fatura que anexo), e saí para fazer compra de materiais de restauros e reforçar a segurança de janela. Dia seguinte dei pela falta do fogão eléctrico de duas bocas, base aço inox (emprestada pela minha namorada), umas ferramentas que usava no restauro (cerca de 3 alicates e martelo) e três panelas grande de cozinha. Por coincidência ou não, nesse dia a caminho de casa, vejo um dos elementos que estavam no grupo, instalado indevidamente na casa. Esse mesmo elemento ia curiosamente na rua e mostrou reacção como se me conhecesse, mas continuou no sentido do Metro (oposta à minha). Nada fiz, fiquei incrédulo. Ia de calções, branco, cerca de 20 anos, cabelo encaracolado, de estatura alta.
Não pretendo avançar em meu nome queixa processual, pelos danos maiores que tive, estou entretanto a reparar danos e irei, com meu esforço irei superar mais este obstáculo. Alerto no entanto que tenho firme convicção que estas pessoas irão cometer actos que constituem roubo e vandalismo no futuro. Mais grave ainda é que dia 1/2/2013, passei pela minha casa às 22 horas e dei conta de mais sinais de vandalismo, o estore da janela da frente quebrado e para fora, evidenciando que alguém novamente tinha tentado (ou mesmo conseguido) entrar. Chamei a PSP que entrou comigo em casa, ao que verificamos que apesar da tentativa de entrarem, algo tinha corrido mal e não tinham conseguido voltar a entrar pela janela. Assim neste momento tenho minha casa sob a tentativa de assalto, ao qual tenho a convicção que estas pessoas estão envolvidas. Desapareceram objectos que Sr. ANDRÉ tinha deixado, o que me parece indicar que quem lá foi, foi quem sabia o que lá estava.
Confesso que estava reticente em fazer queixa, pois dizem que o prejuízo ser ainda maior para mim, mas ver que pessoas entram quando querem em minha casa, estragam com propósito e desrespeitam a sua integridade. Seguindo o ditado “ ladrão volta sempre ao local do crime”, eu pessoalmente não tenho dúvidas. Para além de vários pedaços de telemóveis espalhados pelo chão, caixas com etiquetas, router aberto, continuam a chegar cartas dirigidas às pessoas que fui mencionando e que revelam eu estes indivíduos são envolvidos em actos de contra ordenação, burla, etc.
Espero ao menos ajudar a identificar possíveis situações como esta no futuro e desejo que não terminem com maiores danos do que os que tenho actualmente. Sendo que sinto a integridade de minha casa assim como a minha está em risco, caso a situação se mantenha como a atual.
Aprendi uma lição e tomarei medidas para reforçar a segurança e as devidas cautelas, para que tal situação não se repita.
Depois de ter participado às autoridades, foi a mim que me exigiram trabalhos, nem se deram ao trabalho de os procurar e questionar, queriam que eu pagasse para fazer justiça e como dinheiro não tenho, sendo que uma pessoa tem problemas mais urgentes para resolver deixei o caso como está. As contas de água e electricidade que ficaram por pagar rondaram quase 300 euro. Um gange de criminosos, cujas cartas continuam a chegar por contas por pagar ao meu endereço, apesar de ter enviado cartas a denunciar. As autoridades que nois deveriam defender e castigar bandiddos não estão interessados, assim pobres roubam pobres livremente. É o estado de libertinagem e imoralidade que chegou Portugal, onde a piedade pode ser um risco grave, porque andam bandidos à solta, sem vergonha, sem moral, dispostos a roubarem o que podem.
Por isso mostro publicamente quem são estas pessoas para que não passem pelo que passei por causa destes marginais que andam à solta por aí, é preciso ter cuidado, porque depois destes cometem seus crimes, as autoriades não querem saber, deixam por vossa conta se quiserem justiça e bem sabem como ela funciona, toda a prova tem de ser feita pelo acusador, trabalhos e chatices. Por isso tenham cuidado com estas pessoas, porque trabalham como um gange, trabalhando na venda de porta em porta pela ZON e MEO-PT, mentem, vandalizam e roubam:
MANUEL JOÃO OLIVEIRA PINTO, ANDRÉ MIGUEL CARDOSO MACEDO, CATARINA SOFIA RODRIGUES SILVA CORREIA, ANA CRISTINA SOUSA PEREIRA, JOÃO TIAGO DE MAGALHÃES PEREIRA, LUÍS MIGUEL DA SILVA RODRIGUES, NUNO DIOGO RODRIGUES DE ALMEIDA, DANIEL FILIPE VAZ GUIMARÃES.